Curva de juros ainda não precificou todos os riscos, diz Morgan Stanley; banco aposta
A curva de juros brasileira deve continuar incorporando mais prêmio de risco diante das incertezas eleitorais e da inflação ainda pressionada. A curva de juros brasileira deve continuar incorporando mais prêmio de risco diante das incertezas eleitorais, da inflação ainda pressionada e da volatilidade dos juros nos Estados Unidos, avalia o Morgan Stanley. Em relatório recente sobre o Brasil, o banco recomenda posição aplicada no contrato de DI com vencimento em janeiro de 2029, com alvo de taxa de 15%. Na avaliação da instituição, apesar do ciclo de cortes da Selic, o mercado ainda deve exigir uma remuneração maior para carregar posições em juros diante dos riscos para o cenário macroeconômico. Entre os fatores que podem pressionar a curva estão as incertezas relacionadas ao cenário político-eleitoral, a possibilidade de novas medidas de estímulo à economia, a evolução das expectativas de inflação para 2027 e 2028 e a volatilidade das taxas de juros nos Estados Unidos após as decisões do Federal Reserve. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Money Times