Folha acompanha chegada de migrantes que buscam refúgio em uma travessia feita por redes suspeitas de extorsão. Migrantes desembarcam na orla de Oiapoque, no Brasil, depois de atravessarem o rio vindos da Guiana Francesa - Lalo de Almeida / Folhapress. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Vinicius Sassine Lalo de Almeida Oiapoque (AP) e Santana (AP) Num mesmo espaço —a orla do rio Oiapoque, que funciona como porto e como portal para o centro da cidade de mesmo nome—, diversos grupos se misturam em um movimento cadenciado, ora mais intenso, ora menos agitado. Na rotina da cidade no extremo norte do Brasil, uma área de amazônia atlântica e de fronteira com a Guiana Francesa (o país está do outro lado do rio), estão imersos garimpeiros ilegais, pescadores que alcançam o alto-mar, franceses que passeiam pelo município, barqueiros (conhecidos como catraieiros), "picapeiros", taxistas e ambulantes. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.