Fornecimento voltou para cerca de 30% de Havana; esta é a terceira pane nacional em seis meses. Este foi o terceiro apagão nos últimos seis meses e o oitavo desde o fim de 2024. Segundo o boletim mais recente da Empresa Elétrica de Havana, foram restabelecidos circuitos de distribuição que beneficiam 262 mil clientes, o equivalente a 30,4% da capital. "O restabelecimento acontece de forma gradual, à medida que as condições permitem", afirma ainda o comunicado a empresa. Em um pronunciamento na TV estatal, o diretor do setor de eletricidade do Ministério de Minas e Energia, Lázaro Guerra, afirmou que a falta de combustível "dificulta, indiscutivelmente, o processo de restabelecimento" da energia. O líder cubano, Miguel Díaz-Canel, responsabilizou a política de sanções americana, a qual chamou de "bloqueio energético genocida". "Enquanto os Estados Unidos tentam induzir uma explosão social por asfixia, ao bloquear os acessos de combustível a Cuba, a UNE (União Elétrica de Cuba) se mobiliza", escreveu na rede social X. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.