Comitê Central do Partido Comunista do país se reúne nesta quarta (17). Presidente cubano diz que mantém compromisso de distribuir riqueza com justiça social. As mudanças em debate preveem alterações nas políticas fiscal, cambial, de comércio exterior, nos subsídios, além de uma “reestruturação” do Estado cubano, com descentralização política e liberalização econômica. Tudo isso com a promessa de manter o objetivo de promover justiça social e combater as desigualdades sociais. O Birô Político do Partido Comunista de Cuba convocou, para esta quarta-feira (17), reunião extraordinária do Comitê Central do partido para avaliar as propostas de transformação econômicas e sociais anunciadas, na semana passada, pelo presidente Miguel Díaz-Canel. A proposta ainda precisa passar por aprovação da Assembleia Nacional de Cuba. Citando os exemplos da China e do Vietnã, países que sustentam desenvolver um “socialismo de mercado”, o presidente cubano Díaz-Canel afirmou que as reformas buscam resolver “velhas contradições” entre a planificação central da economia, característica do modelo cubano, e os incentivos que o mercado precisaria ter para estimular a produção. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.