Cruzeiro tenta se desfazer da ideia de cruzeiros para atrair quem não gosta de cruzeiros
Explora 3 muda vocabulário para destacar diferença de padrão. Parece até crise de identidade, mas na verdade a Explora Journeys, o braço de luxo dos cruzeiros da MSC, quer se distanciar do que vê como percepções erradas sobre esse tipo de viagem —e que por vezes são reais: música em volume primitivo, superlotação, cabines apertadas, toboáguas, shows e um ar cafona. Para muitos, essas características são do turismo de massa, que pouco tem a ver com destinos de luxo, e para atrair um público que não gosta de cruzeiros a marca quer se livrar desses rótulos, até com troca de vocabulário. Na viagem para o lançamento do Explora 3, o slogan mais repetido era "talvez o melhor hotel não é um hotel", porque esse cruzeiro não quer se parecer com um cruzeiro e porque há, sim, diferenças. As cabines, quer dizer, as suítes, por exemplo, são espaçosas e possuem ambientes distintos, com sala, closet e varanda privativa, com um sofá para ver o mar. Ou seja, nada de cabines minúsculas e fechadas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo