Aliados do senador avaliam que embate com ex-primeira-dama compromete principal estratégia para crescer fora da base bolsonarista e se soma a uma sequência de crises antes mesmo. O senador Flávio Bolsonaro usa o celular ao chegar para a cerimônia de posse de Kassio Nunes (fora da foto) como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, 12 de maio de 2026. REUTERS/Adriano Machado/File Photo Publicidade. A crise aberta pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao tornar públicos os desentendimentos com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criou mais um desafio para uma campanha que já vinha sendo obrigada a rever estratégias antes mesmo do início oficial da disputa eleitoral. Reservadamente, aliados avaliam que o episódio atingiu justamente um dos principais pilares do projeto eleitoral do senador, que consistia em ampliar sua presença entre mulheres e conquistar eleitores para além da chamada “bolha bolsonarista”. A avaliação dentro da campanha é que o episódio antecipou discussões estratégicas, como a definição do candidato a vice-presidente, com uma mulher na chapa, e aumentou a pressão para que Michelle e Flávio reconstruam a relação antes do início da campanha eleitoral. Integrantes do núcleo político do senador afirmam acreditar que a candidatura continua viável mesmo sem uma participação ativa da ex-primeira-dama, mas reconhecem que seu engajamento reduziria resistências em segmentos considerados estratégicos e encurtaria o caminho para a consolidação da candidatura. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.