Fundos adotam cautela, encurtam prazos e mantêm níveis elevados de caixa com Selic ainda acima de 14%; veja onde estão as oportunidades e se vale a pena entrar agora. Ativos mencionados na matéria Sami Karlik, head de crédito privado e estruturado da Tivio Capital: “é preciso ter uma margem muito boa para ganhar dinheiro pagando uma dívida que quase chega a 20% ao ano" Publicidade. Decida o que decidir o Comitê de Política Monetária (Copom) nesta quarta-feira (17), com o mercado voltando a apostar em novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic, quem investe em crédito privado tem outra preocupação no radar. Para os gestores do segmento, o que pesa mais não é o tamanho do próximo passo do Banco Central, e sim a perspectiva de que o juro permaneça em nível restritivo por muitos meses, num País que já acumula 15 meses com a taxa acima de 14% ao ano. A perspectiva de juro alto por mais tempo ganhou força após dados da economia americana que afastaram a possibilidade de novos cortes de juros por lá, aliados a uma expectativa de inflação persistente localmente, mesmo com a possível normalização do fluxo de petróleo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.