OUTRO LADO: Gestão Ricardo Nunes (MDB) defende política de convênios e diz que unidades seguem os mesmos parâmetros da rede direta. O modelo de creches conveniadas foi uma das apostas da prefeitura de São Paulo nos anos 2010 para acabar com a fila de espera por vaga entre crianças de 0 a 3 anos. O argumento era de que o sistema permitia expansão mais rápida de vagas e mais barata, mas que depois elas seriam substituídas por unidades administradas diretamente pelo município. Apesar da promessa de substituição, a expansão desse modelo segue ocorrendo na cidade mesmo com a diminuição da fila de espera por vaga. Segundo a auditoria, 84% dos cerca de 50 mil alunos de 0 a 3 anos do município estão matriculados em creches conveniadas. A fiscalização identificou que o custo por aluno nas creches conveniadas é muito inferior ao das unidades diretas e também que elas trabalham com número excessivo de crianças por professor. Por isso, o TCM cobrou a gestão Nunes a apresentar um plano para solucionar os problemas encontrados. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.