Pesquisas apresentadas em conferência internacional no Rio revelam queda de 14,2% no tratamento pediátrico. Os números estão em dois estudos que serão apresentados na Conferência Internacional de Aids, que começa domingo (26) no Rio de Janeiro e reúne 7.000 participantes nesta que é a primeira edição do evento na América do Sul. Os resultados foram divulgados na terça (21) em entrevista coletiva sobre os destaques científicos da conferência. Organizada pela IAS (Sociedade Internacional de Aids), que reúne mais de 11 mil profissionais de HIV no mundo, a conferência chega em um momento crítico para a resposta global à doença, em meio a uma crise de financiamento sem precedentes e cortes profundos em programas de prevenção e tratamento. "A ciência está avançando rápido, nos dando ferramentas mais poderosas de prevenção e tratamento do HIV. Mas esses avanços não conseguem salvar vidas se nunca chegam a quem precisa. Isso exige financiamento robusto e estável e compromisso político constante", afirmou Beatriz Grinsztejn, presidente da IAS, co-presidente da Aids 2026 e diretora da Unidade de Pesquisa Clínica em HIV/Aids do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fiocruz, no Rio. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.