Cerca de 20 enxertos foram realizados com brotações da araucária gigante, em uma tentativa de preservar características genéticas raras da árvore histórica. Cerca de 20 enxertos foram realizados com brotações da araucária gigante, em uma tentativa de preservar características genéticas raras da árvore histórica. Será possível recriar uma árvore centenária? Essa é a pergunta que mobiliza pesquisadores da Embrapa Florestas após a queda da araucária gigante conhecida como “Pinheirão”, em Caçador, no Meio-Oeste catarinense. O DNA da quarta maior araucária do Brasil já está em laboratório e pode dar origem a novas mudas geneticamente idênticas à árvore original. Os pesquisadores iniciaram cerca de 20 enxertos com brotações retiradas da copa e aguardam os próximos 100 dias para descobrir se o material genético ainda está vivo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.