Corrida espacial polui atmosfera e pode virar geoengenharia sem controle, alertam
Megaconstelações como Starlink devem elevar emissões de carbono negro e óxidos de alumínio na alta atmosfera. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Exploração Espacial Corrida espacial polui atmosfera e pode virar geoengenharia sem controle, alertam cientistas Megaconstelações como Starlink devem elevar emissões de carbono negro e óxidos de alumínio na alta atmosfera Lucas Soares 18/05/2026 14:32 Crescimento de constelações de satélites aumenta densidade de detritos perigosos na órbita - Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital) Compartilhe: A visão de um futuro com centenas de milhares de satélites orbitando a Terra, fornecendo internet, processamento de dados e energia solar, entusiasma a indústria espacial. Mas preocupa pesquisadores atmosféricos. Um novo estudo liderado por Eloise Marais, da University College London, publicado na revista Earth’s Future, alerta que a poluição gerada por lançamentos e reentradas de satélites já cresce em ritmo acelerado e pode, em breve, alterar o clima do planeta. Desde o início da era das megaconstelações, em 2020, as concentrações de poluentes potencialmente perigosos em grandes altitudes aumentaram significativamente. Segundo estimativas consideradas “conservadoras” pelos autores, o setor espacial global terá liberado, até 2030, mais substâncias químicas que afetam o clima do que todo o Reino Unido. Se o ritmo de crescimento previsto pelos líderes da indústria se concretizar, a poluição concentrada nas camadas superiores da atmosfera começará a ter consequências graves. A maioria dos lançamentos de megaconstelações hoje utiliza foguetes que queimam querosene, como o Falcon 9 da SpaceX, emitindo carbono negro. Esse material é liberado nas camadas mais altas da atmosfera, onde permanece de 2,5 a 3 anos. “Esse carbono negro tem um impacto climático cerca de 540 vezes maior do que o carbono negro liberado por fontes de superfície, como navios e carros”, explicou Marais ao Space.com. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital