Famílias de envolvidos no caso dos corpos trocados no IML de Florianópolis devem buscar indenização pelos danos causados; erro fez mãe enterrar filho duas vezes. Erro na liberação dos corpos fez com que mãe de Juliano Guadagnin precisasse enterrar o filho duas vezes; Polícia Científica reconheceu o equívoco e caso é investigado pelo Ministério Público. O advogado representa Mônica Raquel Guadagnin, mãe de Juliano. Ela descobriu poucas horas após a cerimônia que o corpo de seu filho ainda estava no necrotério e o corpo velado era de Denner Dario Colodina. A família de Denner também é representada por Eduardo e buscará reparação futura. O caso é alvo de investigação do Ministério Público de Santa Catarina. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.