Em "O Monge, o Iogue e o Faquir", Ronaldo Lemos, pesquisador especializado em tecnologia, desconstrói as armadilhas da inteligência artificial e das redes sociais para resgatar o. Mercados Tecnologia Empresas ESG Entrar Inteligência artificial Corpo, mente e algoritmos: como não deixar de ser humano no mundo sintético Em "O Monge, o Iogue e o Faquir", Ronaldo Lemos, pesquisador especializado em tecnologia, desconstrói as armadilhas da inteligência artificial e das redes sociais para resgatar o controle humano sobre a atenção. No auge, aos 33 anos e com uma rotina intensa de viagens, palestras, aulas e debates, o pesquisador, advogado Ronaldo Lemos, um dos maiores especialistas em tecnologia do Brasil, sofreu "uma severa crise de pânico". Na época, ao assistir um filme na TV da casa dos pais, seu "coração disparou". Uma ansiedade paralisante tomou conta. Tarefas cotidianas tornaram-se difíceis. O estado de colapso durou seis anos. É o que ele conta no epílogo do livro "O monge, o iogue e o faquir: Corpo, coração e mente no tempo das máquinas", da editora Todavia, que chega às bancas no próximo dia 4 de agosto. O livro foi compartilhado com exclusividade à EXAME Insight. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.