Irmã do ditador diz que boas relações pessoais no passado não mudam política hostil dos americanos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (19) pela influente irmã do ditador, Kim Yo-jong, em um comunicado. Ela ocupa desde fevereiro um cargo equivalente a ministro no Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, que governa o país como uma dinastia familiar desde 1948. Em tom de esnobada, ela disse "é verdade" que o irmão tem "boas lembranças do presidente dos EUA e sentimos pessoais positivos em relação a ele. "Mas as relações pessoais entre os líderes dos dois países não podem ser confundidas com as relações entre os dois Estados. A política hostil dos EUA não mudou em nada", escreveu. Depois, ressaltou que os EUA ainda assim realizavam exercícios militares com sua rival Coreia do Sul, país que vive um armistício com o Norte há 73 anos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.