Com cenário doméstico ‘desconfortável’ e consequências duradouras da guerra, cortes na Selic podem não prosseguir, para analista da Empiricus. Nesta semana, dois grandes eventos movimentaram o mercado: a chamada Super Quarta, que combinou decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, e a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã, sinalizando o possível fim da guerra no Oriente Médio. No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo. Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.