Segundo executivo, tendência é de crescimento da safra de cana-de-açúcar do centro-sul 2026/27 ante o ciclo anterior; mercado converge para a visão de que colheita possa atingir. Açúcar armazenado no terminal da Copersucar no principal porto marítimo do Brasil, em Santos - 13/05/2026 (Foto: REUTERS/Alexandre Meneghini) Publicidade. O balanço global de açúcar está “mais ou menos equilibrado” e os preços do adoçante dependerão muito do consumo de etanol no Brasil na safra 2026/27, já que uma maior fabricação do biocombustível pode reduzir a oferta de matéria-prima para o alimento, afirmou na quarta-feira (13) o presidente-executivo da Copersucar, Tomás Manzano, à Reuters. “O açúcar está operando em intervalo de preços de 14 a 15 centavos (de dólar por libra-peso na bolsa de Nova York), em cenário de equilíbrio. (O preço) vai depender muito do tamanho da safra brasileira, é um número incerto. Mas nossas estimativas atuais indicam que o balanço está mais ou menos equilibrado, vai depender da reação do consumidor de etanol e do ‘mix’ de produção das usinas, e do tamanho da safra”, afirmou ele. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.