Copa serviu de alívio e conforto para estrangeiros em NY, cidade da migração
Mundial despertou memórias de infância em países de origem onde futebol é parte fundamental da cultura. Em uma região onde é outro futebol, o americano, aquele que mais faz sucesso, a chegada da Copa reaproximou imigrantes de suas paixões de infância e proporcionou mais momentos com pessoas da mesma nacionalidade para assistir aos jogos. Deu-lhes, também, algum alívio e lazer em um momento de tensão para boa parte da comunidade estrangeira devido às políticas da Casa Branca que visam a limitar as possibilidades migratórias. Há 12 anos em Nova York, Enrique Pacheco, 36, residente do Brooklyn, diz que reviveu memórias de infância há muito não resgatadas. "Obviamente sempre sentimos saudade do nosso país natal, nunca estaremos completos estando longe; quando queria escapar das tarefas da escola, eu fugia para a rua para jogar futebol", diz ele. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo