Pesquisa da UKG mostra atrasos, faltas e “presenteísmo” em alta durante o torneio. Transeuntes assistem ao jogo Inglaterra X Croácia em uma TV no Novotel Wembley, Londres 11 de julho de 2018 Action Images via Reuters/John Sibley Publicidade. No momento em que a Copa do Mundo de Futebol está prestes a dominar as conversas, os empregadores podem ter problemas para manter os funcionários concentrados durante o torneio — e até mesmo para levá-los ao escritório, sugere uma nova pesquisa publicada na terça-feira (2). A pesquisa da UKG estima que a Copa do Mundo, que vai de 11 de junho a 19 de julho, pode custar aos empregadores globais cerca de US$ 17 bilhões em perda de produtividade, com 37% dos trabalhadores planejando ajustar seus horários por causa do torneio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.