Na semana seguinte morte do financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, "Anya" (nome fictcio) abriu a porta de seu apartamento em Nova York. Ela afirma que do lado de fora. Anya viveu por anos em um dos vários apartamentos na East 66th Street, em Manhattan, usados por Jeffrey Epstein para abrigar mulheres que ele abusava. Em um instante, ela perdeu sua moradia —mas também escapou de um pesadelo. "Ainda estou tentando processar o fato de que sofri abusos durante anos", diz Anya. "Não estava acorrentada a uma porta nem trancada em um porão. As correntes eram menos visíveis, mas existiam.". Segundo Anya, Epstein —que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores — costumava dizer que sua operação "era como uma seita, e que ele era o líder dessa seita". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.