A clareza entre os casais sobre esse tema pode até a fortalecer as relações e ainda evitar disputas patrimoniais desnecessárias, segundo especialistas. Faltando pouco para o Dia dos Namorados, falar em contrato de namoro pode parecer bem pouco romântico, especialmente quando uma relação está começando ou se firmando. No entanto, esse instrumento vem se popularizando entre os apaixonados, principalmente depois da pandemia, quando muitos casais passaram a viver juntos por contingência. Com o passar dos anos, ele foi se tornando uma prática bastante adotada também por celebridades, empresários e pessoas com grandes fortunas, preocupados em proteger seus patrimônios. Mas agora o instrumento também vem conquistando brasileiros comuns. A proposta é simples: registrar formalmente que o relacionamento existente é um namoro, e não uma união estável. Especialistas afirmam que o documento não deve ser encarado como sinal de desconfiança, mas como uma forma de transparência sobre expectativas e consequências patrimoniais da relação. “O contrato de namoro não é um atestado de desconfiança, mas sim um pacto de clareza”, afirma Kevin de Sousa, sócio do escritório Sousa & Rosa Advogados. Segundo ele, com o passar do tempo, os relacionamentos foram se transformando e se tornou mais difícil diferenciar, na prática, um namoro duradouro de uma união estável. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.