Gênero que mescla autobiografia e ficção é popular em obras literárias e cinematográficas. Jean Werneck 14.jun.2026 às 23h00 São Paulo Em "Natal Amargo", um cineasta com bloqueio criativo se inspira na vida de conhecidos para escrever seu próximo roteiro. O novo filme do diretor espanhol Pedro Almodóvar, que passou pelo Festival de Cannes e está em cartaz nos cinemas, usa da metalinguagem para retratar como a criação pode afetar a vida real, tema em alta com a popularização da autoficção. Este gênero mistura elementos de autobiografia e ficção e serve há um bom tempo como fonte de criatividade para a arte —primeiro, para a literatura e, depois, também para o cinema. Cena do filme 'Natal Amargo', de Pedro Almodóvar - Divulgação Não é a primeira vez que Almodóvar revela questionamentos íntimos nos enredos que escreve. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.