Congresso votará retorno
Em janeiro de 2025, o governo decidiu vetar parte dos dispositivos incluídos na legislação. A lei das eólicas offshore foi aprovada pelo Congresso Nacional no final de 2024 para regulamentar a geração de energia em alto-mar. Ao texto, porém, foram incluídos uma série de jabutis que podem ter um impacto de até R$ 545 bilhões sobre a conta de luz, até 2050. Esses dispositivos determinavam, por exemplo, a contratação obrigatória de uma série de usinas termelétricas a gás —que têm uma operação mais cara e poluente— e de forma ininterrupta (o chamado regime inflexível). Em janeiro de 2025, o governo decidiu vetar parte dos jabutis. Se derrubados, os vetos em pauta podem ter impacto de R$ 348 bilhões sobre a conta de luz até 2050. Somados aos pontos vetados e que já foram derrubados pelos parlamentares anteriormente, o pacote todo pode elevar o preço da energia em 9% neste período, de acordo com cálculos da consultoria PSR. O estudo foi encomendado por entidades da indústria e de energia, como Frente Nacional dos Consumidores de Energia, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a Fecomercio de SP e MG, que se mobilizam contra a volta dos jabutis e pela manutenção dos vetos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo