Conectividade aérea não recuperou patamar pré-pandemia; regulação excessiva é entrave
Segundo a IATA, entre 2015 a 2019, o crescimento das rotas avançou 3% ao ano, com o número total de rotas atingindo um pico de 70.174; em 2025, o número chegou a 68.972. Aeroporto de Congonhas lotado devido a cancelamento de voos - 10/12/2025 (Foto Paulo Pinto/Agencia Brasil) Publicidade. A conectividade aérea está em risco e um dos fatores responsáveis é a crise da cadeia de suprimentos, com redução significativa da entre de novas aeronaves para as companhias aéreas conseguirem ampliar o número de rotas. Segundo dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o número de passageiros se recuperou e superou os níveis pré-pandemia, mas o número de rotas não. Entre 2015 a 2019, o crescimento das rotas avançou 3% ao ano, com o número total de rotas atingindo um pico de 70.174. Em 2025, o número chegou a 68.972. Especificamente na América Latina, o número de rotas recuou de 4.109 para 3.961, na mesma comparação. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney