Companhias aéreas europeias podem ter custos bilionários de carbono na UE, mostra análise
Passagem Frankfurt-Pequim ficaria 100 euros mais cara se custos forem repassados aos clientes. O Financial Times noticiou no início deste mês que a UE estava considerando estender seu sistema de comércio de emissões (ETS) para cobrir voos que partem do bloco, enquanto revisa o sistema que sustenta o esforço da Europa para descarbonizar suas indústrias. Mas a medida provavelmente aumentaria os custos enquanto as companhias aéreas enfrentam desafios, incluindo altos preços de combustível de aviação, e poderia acirrar tensões comerciais com os Estados Unidos. Projeções da Transition Metrics, uma consultoria que assessora investidores sobre precificação de carbono, mostram que isso afetaria principalmente as companhias de bandeira Lufthansa, IAG Group (controladora da British Airways) e Air France-KLM, com custos extras de 1,8 bilhão, 1,7 bilhão e 1,5 bilhão de euros respectivamente em 2027, levando a custos totais de mais de 2 bilhões de euros para cada companhia aérea. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo