Como um seguro de vida ajudou uma viúva a enfrentar o luto e comprar a casa própria
Após dificuldades financeiras para arcar com funeral do pai, ela decidiu contratar seguro de vida e viu a escolha se transformar em segurança. “Isso é besteira, parece que está chamando a morte.” Foi assim que Jaime Meneses, marido da diarista Sandra Silva de Souza, de 49 anos, reagiu quando ela propôs contratar um seguro de vida. A ideia, inicialmente vista com desconfiança por ele, acabou sendo aceita. Anos depois, em 2021, Jaime morreu em decorrência de um câncer não tratado, deixando para a esposa e para a filha, Beatriz, um apoio financeiro, que garantiu dignidade no luto, estabilidade nos meses seguintes e a reconstrução da vida. Com o seguro de vida, Sandra conseguiu garantir um enterro digno por meio do SAF (Serviço de Auxílio Funeral) e, mais tarde, usar o valor recebido para comprar uma casa na praia e um carro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney