Especialistas ouvidos pelo 'Wall Street Journal' projetam um futuro em que a tecnologia redefine desde o planejamento da viagem até os destinos mais visitados do mundo. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens VINHOS TURISMO GASTRONOMIA RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual Como será viajar daqui a 20 anos? IA, aeroportos distribuídos e controle de turismo Especialistas ouvidos pelo 'Wall Street Journal' projetam um futuro em que a tecnologia redefine desde o planejamento da viagem até os destinos mais visitados do mundo Turismo: desconstrução do aeroportos e distribuição para cidades mais próximas (Agency/Getty Images). O aeroporto, como o conhecemos, pode estar com os dias contados. A sala de embarque lotada, a fila no check-in e as horas desperdiçadas entre o estacionamento e o portão são problemas de design, não de necessidade. Ty Osbaugh, líder global de aviação do escritório de arquitetura Gensler, acredita que a solução está em desconstruir o aeroporto e distribuí-lo pela cidade mais próxima. O check-in, a triagem de segurança e o despacho de bagagem aconteceriam em pontos espalhados pelo centro urbano. O passageiro chegaria ao aeroporto já pronto para embarcar. Mas, antes de chegar ao aeroporto, a viagem já teria sido planejada por outra pessoa. Ou melhor, por outra coisa. Scott Fleming, presidente da prática de viagens da Aon, descreve um futuro em que agentes de inteligência artificial assumem toda a logística de uma viagem. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.