Marco Rubio troca mensagens pelo WhatsApp com líder interina do país sul-americano, Delcy Rodríguez. Talvez ele devesse enviar Rubio de forma permanente para Caracas, a capital venezuelana, onde os comandos dos Estados Unidos haviam realizado a maior conquista de política externa do segundo mandato de Trump: a captura de Nicolás Maduro, o líder do país. Rubio poderia ser o próximo líder da Venezuela, sugeriu Trump. E, embora os assessores do presidente digam que ele estava brincando —e que frequentemente provoca Rubio sobre uma possível missão no exterior— o fato é que Rubio não precisa se mudar para Caracas. Nos seis meses desde que as forças americanas arrombaram a porta do quarto de Maduro e o capturaram durante a madrugada, Rubio se tornou o vice-rei de fato da Venezuela, exercendo influência sobre uma nação soberana de uma forma que nenhum funcionário americano fez desde que L. Paul Bremer chegou a Bagdá, em 2003, para administrar o Iraque ocupado pelos EUA. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.