Como os terremotos reordenaram a relação EUA-Venezuela
Catástrofe de 24 de junho interrompe plano de três fases do governo Trump para reerguer Caracas. Já havia dúvidas antes de 24 de junho sobre o plano do governo do presidente Donald Trump, que consistia em três fases: estabilização, recuperação e transição. Após a catástrofe, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, admitiu que a estratégia sofreu um revés. Por sua vez, o encarregado de negócios dos EUA na Venezuela, John Barrett, defendeu que o plano ainda está em vigor, embora "pareça um pouco diferente". "Os terremotos interromperam esse plano ao gerarem uma das piores catástrofes naturais que a Venezuela sofreu em mais de um século", diz Carolina Jiménez Sandoval, presidente do Escritório de Washington para Assuntos Latino-Americanos (Wola), à DW. Para ela, os terremotos rompem o caminho traçado por Washington e tornam muito mais difícil uma transição política organizada e gradual. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo