Condenações têm origem na campanha de 2024 e incluem uso das redes sociais e abuso de poder; candidatura à Presidência aguarda decisão da Justiça Eleitoral. O coach e influenciador Pablo Marçal chegou à campanha presidencial de 2026 com o registro de candidatura ainda pendente e uma condenação que o torna inelegível até 2032. Nesta quinta-feira (20), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acrescentou novas restrições ao candidato do PRTB enquanto decide se ele poderá permanecer na disputa pelo Palácio do Planalto. Por unanimidade, a Corte suspendeu cautelarmente o acesso de Marçal aos fundos eleitoral e partidário e o impediu de participar de debates e da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A decisão não representa o julgamento definitivo do registro, mas restrições permanecem enquanto o TSE analisa a candidatura. A situação atual tem origem na campanha de 2024 para a Prefeitura de São Paulo. Marçal foi condenado pela Justiça Eleitoral por práticas relacionadas ao uso de sua estrutura digital durante aquela eleição. Uma das decisões reconheceu abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, com inelegibilidade por oito anos contados a partir daquele pleito. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.