Como o medo da passagem do tempo nos faz envelhecer mais rápido
Pesquisa com 726 mulheres comprova relação entre estresse e envelhecimento epigenético acelerado. Ninguém sabe viver; todo mundo improvisa. Na corrida do dia a dia, quando o cansaço aparece, é preciso parar para respirar. Então, ao observar analiticamente o caminho, descobrimos obstáculos. Medos. E entre eles, certamente aparecerá o tempo. Mas agora sabemos que devemos tentar não nos preocupar demais com ele: paradoxalmente, o medo da passagem do tempo nos faz envelhecer mais. A chamada "cronofobia" não é um diagnóstico clínico, mas sim um conceito da cultura popular. Essa inquietação em relação ao tempo é explorada em muitas obras artísticas desde a década de 1960, como conta a historiadora de arte Pamela Lee em seu livro "Cronofobia" (2006). Mas esse conceito transcendeu a arte e evoluiu para se referir ao medo da passagem do tempo. Ou, melhor, para se referir ao medo do tempo, já que a característica do tempo é passar, como aponta o jornalista Sergio Fanjul em outro livro recente dedicado ao tema. E, entre as múltiplas formas de angústia temporal, uma de suas expressões mais frequentes e estudadas é a ansiedade diante do envelhecimento. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo