Exposição abusiva pode levar o corpo a precisar de doses mais altas de conteúdo sexual para ter o mesmo efeito inicial. Embora faltem estimativas robustas a níveis global e nacional, especialistas estimam que há um aumento no consumo e que o contato com esse tipo de conteúdo acontece em idades cada vez mais jovens. O livro Handbook of Children and Screens ("Manual de Crianças e Telas", em tradução livre, sem edição em português) destaca, a partir da literatura científica recente, que a maioria dos adolescentes já viu pornografia, e que mais da metade relata o primeiro contato antes dos 14 anos, intencionalmente ou não. Um estudo realizado nos Estados Unidos com a participação de mais de 1.300 jovens de 13 a 17 anos apresentou dados ainda mais alarmantes: 15% disseram ter visto pornografia online pela primeira vez aos 10 anos ou menos. A idade média do primeiro contato, segundo a pesquisa, foi aos 12 anos. Além disso, 44% buscaram pelo conteúdo, enquanto 58% foram expostos acidentalmente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.