Produção chega a 9,5 milhões de sacas e valorização do produto amplia negócios dentro e fora do agronegócio. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar EXAME Agro AGRONEGÓCIO SOJA Home EXAME Agro Como o café especial virou um negócio de R$ 18 bilhões — do cafezal à Lacoste Produção chega a 9,5 milhões de sacas e valorização do produto amplia negócios dentro e fora do agronegócio Café Lacoste no Brasil: marca de moda escolheu o Brasil para instalar a primeira unidade do Café Lacoste na América Latina. (Divulgação). Priorizar nos meus resultados Google Entre 8h e 9h da manhã, é difícil encontrar vazia a unidade da The Coffee na Consolação, em São Paulo. O período concentra o maior movimento da cafeteria, que recebe principalmente clientes antes do início do expediente. O movimento no balcão de uma das unidades da rede de cafeterias é uma das faces de um mercado que ganha escala no Brasil e no mundo, mas também no campo, o de cafés especiais. No fim dos anos 1990, o Brasil produzia cerca de 120 mil sacas de cafés especiais. Hoje, são 9,5 milhões de sacas de 60 quilos, segundo a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) — um volume quase 80 vezes maior. O país é o maior produtor global do grão. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.