Em resposta formal ao governo Trump, Itamaraty afirma que investigação comercial extrapola a legislação dos EUA, defende o Pix e tenta evitar novas sobretaxas. Donald Trump, à esquerda no centro, se encontra com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, à direita no centro, em Kuala Lumpur, Malásia, em 26 de outubro de 2025. Buscando reduzir sua dependência da China, os Estados Unidos pressionam por um acordo sobre minerais críticos com o Brasil. O país sul-americano se mostra menos interessado. (Haiyun Jiang/The New York Times) Publicidade. O governo brasileiro apresentou nesta quarta-feira (2) sua defesa oficial na investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos que pode resultar em novas tarifas sobre produtos brasileiros. Em documento enviado ao Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), o Brasil sustenta que o processo não atende aos requisitos previstos na legislação americana e argumenta que uma eventual sobretaxa poderá provocar prejuízos para empresas e consumidores dos próprios Estados Unidos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.