Em entrevista à BBC, irmã da última paciente dos EUA a usar o equipamento relembra sua trajetória. Mesmo com o grande dispositivo de metal envolvendo seu corpo por horas todos os dias durante a maior parte de sua vida, Martha encontrou uma maneira de dirigir, dedicou-se à pintura e cuidou de seus amados cães da raça beagle. "[Martha] era resiliente. Ela encontrava um jeito ou dava um jeito", afirma sua irmã mais nova, Cindy McVey. Moradora de Oklahoma, ela morreu aos 78 anos, em 26 de junho. Embora a causa oficial da morte tenha sido registrada como síndrome pós-pólio e insuficiência pulmonar crônica, McVey atribui a morte da irmã aos efeitos da Covid de longa duração. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.