Especialistas avaliam que o acordo não desfaz o choque inflacionário nem reabre espaço para corte de juros, e que o eixo de risco se desloca da geopolítica para outros temas. Ativos mencionados na matéria Ilustração com modelo em miniatura de Donald Trump e bandeiras dos EUA e Irã 15/1/2025 REUTERS/Dado Ruvic Publicidade. O anúncio de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã para encerrar quase quatro meses de guerra recolocou a geopolítica no centro das decisões de investimento, agora em sentido inverso ao dos últimos meses. A assinatura oficial está prevista para sexta-feira (19), na Suíça, e os termos completos ainda não foram divulgados, o que mantém parte da cautela entre os investidores. O senso comum sugere que o fim do conflito trará alívio fácil, com petróleo em queda, inflação menor e espaço para o Banco Central cortar juros. As principais gestoras e casas de análise do país, no entanto, trabalham com uma leitura mais contida, na qual o acordo tem um efeito menor sobre os preços, com o eixo do risco para ativos locais se deslocando para outros fatores. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.