Como cientistas usam o campo magnético para enxergar o subsolo
Tecnologia usada na geofísica transforma pequenas variações do campo magnético em informações sobre o que existe sob a superfície terrestre. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Jogos Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Jogos Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Geologia Como cientistas usam o campo magnético para enxergar o subsolo Tecnologia usada na geofísica transforma pequenas variações do campo magnético em informações sobre o que existe sob a superfície terrestre Ana Luiza Figueiredo 24/07/2026 19:15 Prefira o OD no Google Mapa digital mundial de anomalias magnéticas (WDMAM 2.2) - Imagem: World Digital Magnetic Anomaly Map (WDMAM) / IAGA / CGMW Compartilhe: Prefira o OD no Google Como cientistas conseguem descobrir o que existe quilômetros abaixo da superfície da Terra sem fazer uma única escavação? A resposta está em uma tecnologia capaz de detectar diferenças quase imperceptíveis no campo magnético do planeta. A partir dessas pequenas variações, pesquisadores conseguem identificar falhas geológicas, antigos rios de magma, depósitos minerais e estruturas escondidas no subsolo. A técnica voltou à evidência após um estudo realizado na Austrália ter produzido uma imagem mais detalhada da Australia Magnetic Anomaly — uma vasta estrutura subterrânea sob o Território do Norte cujo formato lembra o contorno do próprio continente australiano. O trabalho não exigiu novos voos nem novas medições em campo, mas um algoritmo de processamento que eliminou ruídos e distorções de levantamentos anteriores, revelando feições geológicas com maior clareza. Ou seja: os pesquisadores conseguiram extrair novas informações a partir de dados que já existiam. O caso australiano ilustra como funciona uma ferramenta utilizada há décadas por geofísicos em diferentes partes do mundo — inclusive no Brasil. Para entender essa tecnologia, o Olhar Digital conversou com os professores Everton Frigo, Maximilian Fries e Daniele Pantoja Monteiro, do curso de Geofísica da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), e com Gelvam André Hartmann, professor do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Unicamp. Nas respostas, os pesquisadores detalham como as rochas deixam “assinaturas” no campo magnético da Terra e de que forma essas informações ajudam a reconstruir a história do planeta. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital