Como Carolina Caycedo, no Masp, equilibra as relações entre o homem e a natureza
Artista revê sistemas de controle em quadros e instalações. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Davi Galantier Krasilchik São Paulo Redes de pesca reúnem pedras, sandálias, garrafas e outros objetos. Elas pendem do teto com materiais antes submersos, afastados do olhar humano. Para Carolina Caycedo, cada uma representa um universo, composto por memórias diferentes. "As tarrafas [redes circulares] carregam heranças e cosmologias. São flexíveis —agarram o sustento, mas deixam a água passar. A sociedade seria melhor se fosse como elas", diz a artista, cujas pinturas, fotos e instalações denunciam distâncias entre o homem e o espaço. Criada às margens do rio Magdalena, que tem sido afetado pela construção de barragens, a colombiana abre "Confluências", a sua primeira mostra individual no Brasil, com um para de olhos. Espécie de manifestação das forças aquáticas, a escultura inverte a hierarquia entre observador e paisagem. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo