A Termolar, indústria gaúcha de quase 70 anos, passa por mudança profunda de identidade mirando no futuro e o faturamento bilionário. Natalie Ardrizzo e Carolina Ardrizzo, presidentes da Termolar em frente ao novo logo da empresa (Foto: Divulgação) Publicidade. Uma guerra a milhares de quilômetros de distância, entre Estados Unidos e Irã, impactou diretamente a produção da tradicional fabricante gaúcha de produtos térmicos, Termolar. Com 68 anos de história, a empresa se viu diante de um choque inflacionário quando o custo de matérias-primas como a resina — com altas de até 200% em algumas linhas —, forçou a companhia a uma reestruturação drástica. “A guerra encareceu a nossa matéria-prima de algumas linhas em até 200%. Produtos que são puro plástico, tipo uma caixa térmica, não valia a pena mais vender, porque eu teria que repassar para o cliente em torno de 50% a 100% do aumento, dependendo do produto”, relata a copresidente da Termolar, Natalie Ardrizzo. O cenário obrigou a empresa a reduzir a produção de caixas térmicas e isotérmicos, produtos de alto volume e margens pressionadas, e redirecionar o foco para garrafas e outros itens de maior valor agregado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.