Como a cruzada de Trump contra Cuba jogou uma mineradora de 99 anos no caos
Mineradora canadense Sherritt virou “dano colateral” das sanções à ilha e hoje depende de um acordo com investidor próximo a Trump para seguir de pé. Equipamentos pesados na mina de níquel a céu aberto da Sherritt em Moa, Cuba, em 2016. Fotógrafo: Sven Creutzmann/Mambo Photo/Getty Images Publicidade. A postura dura do governo Trump contra Cuba levou a Sherritt à beira do colapso. Agora, um ex-assessor do presidente dos EUA pode ser a salvação da mineradora canadense. A companhia, que está perto de completar 99 anos e cujo ex-CEO chegou a ser conhecido como o “capitalista favorito” de Fidel Castro, fez uma aposta que poucas empresas ocidentais topariam. Depois de entrar em Cuba nos anos 1990, a Sherritt desenvolveu uma mina de níquel e cobalto em joint venture com o Estado e depois expandiu a atuação para o setor de energia. O resultado foi um negócio abrangente que sobreviveu a ciclos de baixa de commodities, pressão política dos EUA e instabilidade econômica na ilha. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney