Os corredores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pegam fogo (sem candidatos a bombeiros) diante do seu maior desafio até hoje – para não citar encrenca. Veja as principais notícias e articulações do Legislativo, Judiciário e Executivo, bem como fatos do Mercado, pelo jornalista Leandro Mazzini e equipes em Brasília, Recife e São Paulo. Os corredores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pegam fogo (sem candidatos a bombeiros) diante do seu maior desafio até hoje – para não citar encrenca – e causado por um dos seus. A Corregedoria da Comissão recebeu uma denúncia, com documentos, contra o superintendente de Registro de Valores Mobiliários, Luis Miguel Sono. Consta que ele participou, dia 11 de maio, de uma reunião sigilosa com advogados dos fundos que questionam a obrigatoriedade de uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações da rede Oncoclínicas. E isso foi no mesmo dia em que Sono endossou posição contrária ao recurso dos minoritários da Oncoclínicas, que exigem a OPA. O encontro está registrado no sistema de agendas públicas da CGU. Manda-chuva do PT no Piauí, o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, lançou seu filho a deputado estadual, mas a herdeira avisou que não quer ser a coadjuvante como 1ª suplente de Júlio César ao Senado. Já a esposa está muito bem como conselheira do TCE. Tudo resolvido em casa, Dias começa a organizar a agenda para coordenar a campanha de Lula da Silva no Nordeste. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.