Atualmente, apenas quatro países são liderados por governos progressistas na região; o mais relevante é o Uruguai. Em 2022, quando o petista foi eleito, o cenário era o oposto. Naquele ano, Argentina, Bolívia, Chile, Guiana, Peru, Venezuela e a própria Colômbia eram governadas pela esquerda. A vitória de Lula parecia ser o prenúncio de uma nova versão da onda rosa na América Latina, como ficou conhecido o período dos anos 2000 em que governos de esquerda triunfaram na região. Quatro anos depois, foram as forças de direita que provaram sua resiliência. Atualmente, há um bloco conservador nos Andes: Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Chile e Argentina são governados pela direita e ultradireita. O segundo caso é o do Equador de Daniel Noboa, da Argentina de Javier Milei e do Chile de José Antonio Kast. A Colômbia vai se juntar ao grupo em julho, quando o presidente eleito do país, Abelardo de la Espriella assume o poder; já o Peru, em uma lenta apuração de votos desde o início de junho, deve confirmar nos próximos dias a populista de direita Keiko Fujimori, filha do ditador Alberto Fujimori, na Presidência. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.