A alta do petróleo após a escalada das tensões no Oriente Médio coloca Petrobras, PRIO e PetroReconcavo em destaque. Confira a análise técnica, tendências, suportes e resistências. A nova escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã voltou a colocar o petróleo e as ações de petroleiras no centro das atenções do mercado. Diante desse cenário, a cotação do Brent fechou, na véspera, com alta de 5,2%, a US$ 78,02, mas na sessão desta quinta-feira (9) opera com alta mais comedida, de 0,7%, a US$ 78,61. Para os investidores de ações de companhias petrolíferas, o principal ponto de atenção segue sendo um possível fechamento do estreito de Ormuz. Enquanto os EUA dizem que a nova onda de ataques acabou, o Irã diz que fluxo na região será normalizado apenas quando as condições definidas pelo regime sejam atendidas. Analistas ouvidos pelo InfoMoney apontam que uma ameaça concreta ao fluxo de petróleo pela região poderia levar o Brent à faixa de US$ 80 a US$ 90. Em um cenário mais severo, envolvendo bloqueios, restrições à navegação ou ataques à infraestrutura petrolífera, o barril poderia alcançar valores entre US$ 90 e US$ 100. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.