Com outros 15 países, EUA dizem que protestos contra governo na Bolívia são grave ameaça
Sem assinatura do Brasil, líderes apoiam Rodrigo Paz e instam manifestantes a priorizar diálogo e negociação. Uma "minoria violenta" busca desrespeitar a vontade expressa pela maioria dos bolivianos nas eleições recentes, disse o Departamento de Estado no texto, que também foi emitido pelos governos de Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, Panamá, Paraguai e Peru. O Brasil não assinou o texto. Com exceção do Canadá, os países que assinam o comunicado fazem parte da coalizão "Escudo das Américas", anunciada por Trump em março deste ano como um grupo formado para combater cartéis do narcotráfico. "Vamos fazer coisas incríveis! A região de vocês foi abandonada pelos EUA, que olhou para regiões em que nem era bem recebido", disse o americano naquele momento. Grupos de manifestantes bolivianos, formados principalmente por trabalhadores, camponeses, mineiros e professores, organizaram protestos durantes as últimas semanas e, no início do mês, chegaram a montar barricadas com contêineres de lixo nas proximidades do palácio do governo. A polícia respondeu com bombas de gás lacrimogêneo, e pelo menos cinco pessoas foram detidas, segundo a imprensa local. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo