Com entrada de Trump na política, EUA viveram década de polarização e radicalismo
Empresário capturou o Partido Republicano e transformou a Presidência americana como poucos de seus antecessores. "Ele não era famoso de modo algum", relembra Andersen. "E aí o Graydon me falou sobre ele e sobre tudo que ele era na época —e continua sendo.". Pouco tempo depois, Andersen e Carter deixariam a Time para fundar a revista satírica Spy, que se dedicava a tirar sarro de personalidades da mídia e política americana e da alta sociedade, especialmente a de Nova York. A publicação foi uma das primeiras a retratar Trump com frequência em suas páginas. "Ele era uma piada local. Ficou mais famoso [depois], mas era uma figura ridícula e perfeita para uma revista satírica nos anos 1980 —bolsa de valores estourando, a ostentação voltou, Nova York está de volta, todas essas coisas da época que ele, à sua maneira, representava", diz Andersen. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo