Com aporte de R$ 4 bilhões, governo nega efeito inflacionário do Desenrola 2.0
Fazenda afirma que nova linha de crédito para adimplentes não compromete a política monetária. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de Anúncio de Medidas de Incentivo à Adimplência, no Palácio do Planalto, em Brasília - DF. Foto: Ricardo Stuckert / para Publicidade. O governo federal afirmou nesta segunda-feira (29) que a nova fase do Desenrola não deve produzir efeitos capazes de dificultar o trabalho do Banco Central no combate à inflação. Durante o lançamento do programa voltado a consumidores que mantêm as contas em dia, os ministros Dario Durigan, da Fazenda, e Bruno Moretti, do Planejamento e Orçamento, defenderam que a iniciativa substitui dívidas caras por crédito mais barato, sem representar um estímulo relevante ao consumo. A estratégia busca afastar um dos principais questionamentos levantados pelo mercado desde que o Banco Central passou a citar medidas de incentivo ao crédito entre os riscos para a inflação. Segundo Durigan, associar o Desenrola Adimplentes a um afrouxamento da política monetária seria uma “enorme forçação de barra”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney