Símbolos nacionais viraram alvo de disputa dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais. Os símbolos nacionais da Colômbia viraram alvo de disputa dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, quando o ultradireitista Abelardo de la Espriella pediu que seus apoiadores fossem votar com a camisa da seleção no dia 31 de maio. Neste segundo turno, porém, era difícil identificar um eleitor do advogado de longe. No sudoeste de Bogotá, por exemplo, dezenas de apoiadores do adversário dele, Iván Cepeda, reuniram-se em frente ao local de votação do senador vestindo a camisa e o boné da seleção ou enrolados na bandeira da Colômbia. A médica Paula Mora, 34, vestia uma camiseta branca com listras nas cores da bandeira colombiana e um detalhe que entregava o seu voto: uma ilustração de Jorge Eliécer Gaitán, um dos vários candidatos à Presidência do país assassinados no século 20. Sua morte, em 1948, desencadeou uma onda de protestos batizadas de Bogotazo e iniciou um período de violência política no país. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.