Colombiana que buscava suicídio assistido fez eutanásia
Catalina Giraldo, que sofria com diversos transtornos mentais, morreu na última quinta (9) após meses de batalha judicial. Segundo seu advogado, Lucas Correa Montoya, a eutanásia ocorreu "simplemente porque ela não aguentou mais". Catalina sofria de transtorno depressivo maior, caracterizado por sintomas crônicos e resistentes a tratamento, transtorno de personalidade borderline, que causa instabilidade emocional, e transtorno de ansiedade. "Sua saúde continuava tão ruim quanto antes, e a espera acabou se tornando insuportável. Ela já vinha fazendo tratamento havia mais de dez anos e travava essa batalha judicial havia mais de dez meses", afirmou o fundador do DescLAB, organização de direitos humanos colombiana à frente do processo. O pedido inicial de Catalina, há quase um ano, foi de uma eutanásia, na qual o médico manipula o fármaco letal no paciente. Não porque ela preferisse esse método, explica Montoya, mas porque é a forma regulada na Colômbia —diferentemente do suicídio assistido, no qual o paciente induz a própria morte com acompanhamento profissional. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo