O Ministério da Defesa da Colômbia informou que ataques com drones atingiram 333 alvos em 2025, ante 61 incidentes registrados em 2024. Una guerrillera del grupo rebelde colombiano Estado Mayor Central, Frente Carlos Patino, disidente de la antigua guerrilla de las FARC, lleva un pañuelo en el brazo con la imagen de Manuel Marulanda, ex líder del mayor movimiento guerrillero de Colombia, las FARC, en un puesto de control en una carretera en Canon del Micay, Colombia, 5 de agosto de 2025. REUTERS/Luisa González Publicidade. A Colômbia elegerá um novo presidente e vice-presidente em 31 de maio, em uma disputa que tem sido apresentada como um referendo sobre as políticas do atual presidente do país, Gustavo Petro, – sobretudo sua controversa iniciativa de “paz total”, que busca negociar com os grupos rebeldes remanescentes no país. Segundo a maioria das avaliações dos eleitores, a violência ligada a grupos armados piorou sob o governo Petro. De acordo com a Missão de Observação Eleitoral da Colômbia, 386 municípios – cerca de um terço do país – estão vulneráveis à violência de grupos armados ilegais, e dados do think tank Fundação Ideias para a Paz indicam que aproximadamente 27 mil pessoas continuam em armas em todo o território nacional. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.