Categoria recém-criada ainda não resolve pontos como CNPJ, nota fiscal, previdência e acesso a crédito. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Economia Macro em Pauta Home Economia CNPJ surpresa, regras incertas: o que a reforma tributária não combinou com o nanoempreendedor Categoria recém-criada ainda não resolve pontos como CNPJ, nota fiscal, previdência e acesso a crédito Feira livre, em São Paulo: figura do nanoempreendedor gera dúvidas entre pessoas que faturam até R$ 40,5 mil por ano (Germano Lüders). Grazieli Silva, de 24 anos, tem um desejo: comprar um forno profissional, para que possa aumentar a sua produção de pães e bolos caseiros, que complementam sua renda como diarista. Sua clientela, vizinhos e conhecidos na região do Parque do Lago, extremo Sul de São Paulo, aumentou no último ano, “o que foi bom e também ruim”, diz, porque ela tem espaço limitado para produzir os pedidos e crédito pequeno demais para fazer o investimento necessário. Como pessoa física com receita bruta anual inferior a R$ 40,5 mil por ano, metade do teto do Microempreendedor Individual (MEI), Grazieli poderia se enquadrar como nanoempreendedora, a nova categoria criada pela reforma tributária. Mas ela não está interessada. “Até ouvi falar disso, mas não acho que ia resolver nenhum problema que eu tenho hoje”, diz. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.