Decisão ocorre dois meses após STF definir tese sobre supersalários no Judiciário. A decisão ocorre dois meses após a tese de repercussão geral do STF sobre supersalários. O teto constitucional segue como R$ 46.366, mas os adicionais podem superar esse valor, a depender do caso. O tribunal estabeleceu membros do Judiciário e do Ministério Público poderão receber verbas indenizatórias no valor de até 70% do salário dos servidores. Essas verbas autorizadas pela tese estarão inclusas do contracheque único. Entre elas, estão as diárias, ajuda de custo, remuneração por aulas, gratificações, indenização de férias e valores retroativos pendentes de pagamento. A resolução estabelece prazo de 60 dias para adaptação dos tribunais às novas regras. O objetivo da resolução é reduzir a dificuldade de acesso a informações sobre a remuneração dos juízes e desembargadores. Por vezes, tribunais separam parte dos adicionais recebidos pelos magistrados, o que causa um prejuízo à transparência. É o que ocorre nos casos em que os pagamentos retroativos, um dos adicionais que mais inflam os salários de magistrados, ficam segregados da folha de pagamento comum. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.